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Os ministros que envergonham os baianos!

Os baianos escolhidos à dedo “podre” para integrar o primeiro escalão do mau avaliado governo do presidente Michel Temer (PMDB), estão servindo apenas para envergonhar a Bahia no cenário político nacional.

Senão vejamos: o ex-deputado federal e ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) deixou a Secretaria de Governo da Presidência da República, que tem status de Ministério, após se envolver em uma polêmica com o então ministro da Cultura, Marcelo Calero, que o acusou de tentar usar sua influência para beneficiar um empreendimento imobiliário em Salvador, indo de encontro a normas do Instituto do Patrimônio Histórico (IPHAN).

Depois de sair do governo, Geddel foi preso por esconder R$ 51 milhões de reais em um apartamento na capital baiana. Ele continua detido no Presídio da Papuda em Brasília (DF) e até agora não explicou a origem do dinheiro. Geddel também é apontado como integrante da quadrilha formada por peemedebistas no esquema de corrupção da Lava-Jato, conforme denuncias da Policia Federal e Procuradoria Geral da República.

O deputado federal licenciado Antonio Imbassahy (PSDB), substituto de Geddel na Secretaria de Governo, funciona como “bobo da corte” do governo Temer e é figura presente nas votações no Congresso Nacional de interesse do presidente, como no caso das denuncias formuladas pela PGR. Por lá está sempre Imbassahy com sua prancha de anotação, para apontar quem é aliado ou contra o governo, quem vai receber ou não cargos e emendas, no toma lá dá cá.

Prá fechar o quadro, o desastre chamado Luislinda Valois, também indicada pelo PSDB, desembargadora aposentada do Tribunal de Justiça da Bahia, que queria acumular o salário de sua aposentadoria com o de ministra dos Direitos Humanos, e que somaria mais de R$ 61 mil reais, o que ultrapassaria o teto de R$ 33 mil reais. Como argumentação, Luislinda disse que o salário de R$ 33 mil reais não dá para ela comer, vestir e calçar e se comparou a quem é vítima de trabalho escravo.

Mesmo sendo negra e de origem humilde, não se conhece nenhuma ação de Luislinda como ministra dos Direitos Humanos, em favor do mais necessitados. Ficou calada na ameaça às reservas índigenas da Amazônia, ficou calada na ameça de retrocesso no combate ao trabalho escravo, não se pronuncia em relação às vítimas de homicídios, balas perdidas, policiais mortos, só foi vista ao defender o próprio bolso.

Cá prá nós, são ministros que envergonham a nossa Bahia.

Fonte: Blog Ramos Filho

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