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Trabalhadores cobram reforma agrária durante 21º Grito da Terra

Mais de mil trabalhadores e trabalhadoras rurais estão mobilizados, nesta quarta-feira (20), em Brasília, para apresentar ao Governo Federal uma pauta com reivindicações específicas para Minas Gerais. A mobilização faz parte do Grito da Terra Brasil, que acontece de 18 a 22 de maio, e reivindica melhores condições de vida no meio rural.

O Grito da Terra acontece de forma descentralizada em diversos estados, os trabalhadores rurais de Minas Gerais optaram por fazer o ato em Brasília, mas acontecem ações em várias capitais O Grito da Terra acontece de forma descentralizada em diversos estados, os trabalhadores rurais de Minas Gerais optaram por fazer o ato em Brasília, mas acontecem ações em várias capitais
Sindicalistas da Fetaemg (Federação dos Trabalhadores em Agricultura de MG) e CTB se reuniram com representantes dos Ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) para debater a pauta específica da região. No MDA e no Incra, a Fetaemg cobra, por exemplo, uma agenda para negociar a pauta de reivindicações de cada região do estado. Já no Ministério do Trabalho, a reivindicação é por maior agilidade nos registros sindicais para dar legitimidade aos Sindicatos para representarem a categoria.

“Estamos apresentando ao Governo uma pauta ‘enxuta’, com os principais gargalos que estão acontecendo no estado, principalmente em áreas de acampamentos e assentamentos da reforma agrária”, ressalta o presidente da Fetaemg, Vilson Luiz da Silva. Ele destaca ainda que a reforma agrária é também o ponto principal da pauta de reivindicações.

O Grito da Terra deste ano tem como tema principal “Desenvolvimento rural sustentável com garantia de direitos e soberania alimentar”. As negociações com o governo vêm acontecendo deste abril, quando a Contag, junto com representantes da Fetaemg e de demais Federações, entregaram à presidenta Dilma Roussef uma pauta com um conjunto de reivindicações demandadas pelos agricultores familiares.

A proposta permite construir uma agenda positiva para o crescimento da economia com distribuição de renda. E isto passa pela ampliação do orçamento público e do investimento em políticas estruturantes para superar a pobreza, as desigualdades sociais e ampliar e universalizar os direitos, oportunidades e igualdade proporcionando aos trabalhadores rurais cidadania, dignidade e qualidade de vida.

Fonte: CTB

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